A conta é a mesma. A chave é a mesma. O que muda é a moeda da cobrança.
A mesma conta e a mesma chave que já cobra as suas vendas no Brasil. Não há cadastro novo, contrato à parte nem integração para refazer: você define a moeda da loja no painel e a cobrança seguinte já sai pelo trilho internacional.
E o seu cliente lá fora, o que ele vê?
A Nextout não converte câmbio. O preço continua sendo o número que você cadastrou; o que muda é como ele é escrito e o que vai para o gateway e para o pixel.
E na hora de pagar, ele paga do jeito dele.
As sete bandeiras, em qualquer região. O cartão é tokenizado no navegador do cliente e o número nunca passa pelos nossos servidores.
O cliente confirma com Face ID ou Touch ID no iPhone, sem digitar dados. É onde a maior parte da conversão em celular acontece fora do Brasil.
O mesmo caminho no Android: o cartão que ele já tem salvo no telefone, sem sair da sua página e sem redigitar nada.
Quem decide o que aparece é a adquirente, pela localização e pelo valor da compra. O cliente vê o que é comum no país dele.
PIX é brasileiro e continua no gateway brasileiro. A loja em dólar cobra no cartão; se você quer os dois, são duas lojas no mesmo painel.
Fora do Brasil a venda é à vista. Pedir parcela à AFEX Global devolve recusa, então o checkout nem oferece.
Você cobra em dólar e recebe em dólar. Se a loja estiver em euro ou libra, o checkout escreve o preço na moeda, mas a cobrança pede outro gateway.
O dinheiro nasce na sua conta internacional, sem a camada de retenção que existe no Brasil. Quem responde pelo chargeback é a sua loja.